quinta-feira, abril 27, 2006

O ano em que o Brasil ganhou o Europeu

Ao Embaixador da Língua João Augusto de Médicis

Corre o ano da graça de 2116.

A Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, ainda não alcançou a estrutura económica da Commonwelth mas, em compensação, tem grande desenvoltura cultural.

Nesse gracioso ano, Timor Lorosae viu a sua Selecção Nacional de Futebol classificada para a Copa Asiática. A equipa, que tão bem se comportara na fase de apuramento, ficou desfalcada. Sentindo que não teria hipóteses contra os poderosos Japão e Coreia, já unificada e contra a coqueluche asiática, o Camboja, revelação do torneio, Timor pediu que Portugal vestisse a camisola da sua selecção, aproveitando-se das regalias conseguidas pela C.P.L.P.

Portugal ponderou e viu a possibilidade de tirar uns dividendos económicos principalmente na importaçãodo café da região, tão ao gosto dos portugueses e que ainda estava nas mãos do americano. O problema é que Portugal estava apurado para a fase final do Europeu, com boa cotação. O povo assustou-se com a possibilidade de ser representado pela Selecção B que não inspirava confiança, mas viu com bons olhos a substituição poder ser feita pela Selecção Canarinha do Brasil, que aceitou de chofre o convite. Nem pestanejou, pois seria a oportunidade de disputar o campeonato tido como de maior grau de dificuldade. Maior até que o da Copa do Mundo.

O Brasil estava com a mesma deficiência de Portugal para formar uma boa equipa B para representá-lo na Copa América. Solicitou a Angola que estava com uma esquadra de fazer inveja classificada em primeiro lugar do grupo, invicta, para o Torneio das Nações Africanas. Angola não aceitou vestir a camisa brasileira pois era uma grande oportunidade que tinha de sagrar-se campeã africana. E não deu outra...

Estava difícil arranjar um substituto para o Brasil pois, outra selecção que tinha um bom plantel era a de Moçambique que, já há muito estava mais para o lado da Commonwelth. Os outros países de língua oficial portuguesa não tinham boas selecções, na altura.

A solução foi encontrada pela Guiné. Treinar-se um combinado com os melhores jogadores de países cujas selecções não estivessem envolvidas nas competições. A própria Guiné formou o meio-campo. Os atacantes e o guarda-redes eram de Cabo Verde e de São Tomé e Príncipe. A zaga completa, inclusive, os reservas, era da Galícia que mesmo sendo considerada uma defesa de grande categoria, só disputava os regionais na equipa que pertencia. O guarda-redes suplente era um luso-americano de Nova Jersei. E assim foi constituída a selecção que venceu a CopaAmérica representando o Brasil, que por sua vez...

Ena!... que uma coisa dessas é tão boa que eu quero viver para ver portanto, vou começar de novo a história:

Corre o ano da graça de 2024...

Ano gracioso em que o mundo falou português.

(Mané do café)

Lisboa, Março de 2004

terça-feira, abril 11, 2006

Jam

O Múcio arrajou esta... tejo online

segunda-feira, março 13, 2006

Uma guitarra repousa no Tejo


De quem é essa guitarra
Que ninguém me diz a idade
Dela mais nada sei
Que seu nome é saudade

sábado, março 11, 2006

O TOQUE DO CAFE

O Joa comunica através do seu Toque que está na hora do cafézinho... Mas, por ora, o melhor sítio para uma boa bica não é o Tejo bar pois, apesar do primeiro café do dia ser à borla, é melhor tomar na lanchonete A Típica de Alfama, do senhor Manuel, bem ao lado e deixar o cafezinho do Tejo bar para a madrugada quando já mais nehum sítio está em funcionamento e aí não há outra hipótese e, se não for o primeiro, paga-se caro. Isso tudo porque o Tejo bar ainda não tem uma boa cafeteira. Mas o Mané que é do Café, diz que está providenciando e que arranjará uma boa máquina nem que tenha que fazer uma coleta entre os amantes da bebida. Infelizmente a máquina oferecida pelo Pedro Godinho não cabe no balcão e vamos ter que esperar para atender ao anúncio do toque do Joa.

quinta-feira, março 09, 2006

Breaking news: Tejobar.com brainstorming !!!

Carissimos,
uma certa noite após mais uma magnifica sessão do tejo bar, parti para o registo do tejobar.com.
Porquê? ai está uma boa pergunta?

na hora não tinha resposta, só impulso. vontade.

Uma vontade de fazer perdurar o único que se vive no tejo bar. O sentido de comunidade que se sente mal se entra (alla AGOSTINHO DA SILVA) , logo na primeira vez, o estar em casa, o sentido de familia (familia??? não, coisa melhor).

Depois, mais sério um pouco, a vontade de fazer perdurar o sentimento daqueles que vêm, que voltam para onde vieram, mas que sentem sempre "saudade". Saudade, portuguesa, que alguns não conheciam a palavra, mas sairam daqui a cantá-la.

No concreto isto quer dizer o quê?

Que queremos fazer a comunidade do tejo online. Para todos, os que estão os que voltarão, e os que ainda não cá estiveram.

Dêem a vossa opinião, sugestão: o que gostariam de ver no tejobar.com.


Comuniquem .

Enjoy,

Miguel e Mané

sexta-feira, fevereiro 24, 2006

Suplicando café


B
C A F E
G


Música de Mané e Pedro Borges própria para toque de campainha.

segunda-feira, fevereiro 20, 2006

quinta-feira, fevereiro 16, 2006

Quem nao sabe, inventa


Quem sabe, desenvolve; quem não sabe... foi o que aconteceu com o Pedro que, de música, só sabe tocar A Rita mas que numa discussão com o Mané, acabou por inventar um artifício didáctico para os músicos principiantes, a exemplo de discussões anteriores das quais surgiram as peças minimalistas.

terça-feira, fevereiro 14, 2006

Pluralismo v1.0

Esta mensagem é a primeira blogo-prova do pluralismo deste espaço.
De acordo com o disposto no dec. lei 23 de 11/02/MMXCIX seremos vários a contribuir para o que aqui se passa, aliás, à imagem do próprio do bar.

Parla piano! solta a música...

domingo, fevereiro 12, 2006

Antes do Tejo bar

Essa coisa do Tejo só começar a ficar animado lá para a madrugada e não combinar com aquelas que gostam de ir mais cedo para a rua. A essas pessoas propomos que antes de virrem ao Tejo bar, passem pela Barraca, pelo Cefalópode, pelo Onda Jazz, pela Baiuca, pelo Tradicional ou vá jantar no Bem me quer Mal me quer.

sexta-feira, fevereiro 10, 2006

O vencedor

Afinal o Pedro Borges ganhou o Pão de Queijo da Mira. Ele adivinhou o segredo antes mesmo de provar do petisco. E depois de provar, foi na mosca. Ilha com queijo misterioso, só podia ser São Jorge. Mas a resposta mais genial, foi a do Vitó, uma espécie de dica culinária que bem merece um prémio or concours.

sábado, fevereiro 04, 2006

GANHE UM PAO DE QUEIJO

O pão de queijo da Mira fez o maior sucesso. A primeira fornada durou 30 segundos. Ganhou do bolo da mesma, que teve uma duração de 45 segundos. A segunda rodada dos paezinhos não conta, pois todos já estavam à espera e nem arrefeceu.
Mas qual o segredo? O primeiro a descobrir a diferença dos da Mira para os demais, ganha um. Adiantamos que o mistério é um tesouro e como todos os bons tesouros, está numa ilha misteriosa. Qual é o segredo, para além do carinho com que a Mira prepara as coisas do Tejo bar?